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A candidata a deputada estadual Marlene Fengler destacou a necessidade de ampliar o olhar das políticas públicas para as famílias atípicas, especialmente mães, pais e responsáveis que acompanham diariamente pessoas com autismo ou outras deficiências.
Ao abordar o tema da inclusão, Marlene chamou atenção para uma questão que, segundo ela, muitas vezes fica em segundo plano: o cuidado com aqueles que dedicam grande parte da rotina ao acompanhamento de filhos e familiares.
A candidata ressaltou que, por trás de cada criança ou pessoa que necessita de apoio permanente, existe uma família que enfrenta uma rotina marcada por terapias, consultas, responsabilidades e preocupações.
“As mães atípicas não podem ser invisíveis”, afirmou Marlene ao defender que essas famílias tenham acesso a acolhimento, informação e políticas públicas voltadas também às necessidades dos cuidadores.
Para a candidata, discutir inclusão significa não apenas garantir direitos às pessoas com deficiência, mas também reconhecer as dificuldades enfrentadas por quem está diretamente envolvido no cuidado diário.
Marlene afirmou ainda que pretende tratar a pauta com responsabilidade e atenção no debate político, defendendo iniciativas que contribuam para reduzir a sobrecarga das famílias e ampliar as redes de apoio.
“Quem cuida de quem cuida também precisa de cuidado”, destacou.
Marlene Fengler é candidata a deputada estadual em Santa Catarina pelo PSD, com o número 55123.