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Marlene Fengler comenta repercussão sobre perdão judicial no caso Henry Borel e defende proteção às crianças

Pré-candidata a deputada estadual afirma que nenhuma circunstância pode justificar a exposição de crianças à violência e destaca a responsabilidade dos adultos na proteção dos menores

Justiça

Santa Catarina

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Foto: Marlene Fengler defendeu a proteção integral das crianças

A pré-candidata a deputada estadual Marlene Fengler se manifestou nas redes sociais sobre a repercussão envolvendo o debate a respeito do perdão judicial concedido à mãe do menino Henry Borel. Em sua reflexão, Marlene destacou a tristeza e a indignação que sente ao lembrar da morte da criança e reforçou a importância da proteção integral dos menores.

Segundo ela, independentemente dos aspectos jurídicos do caso, que reconhece não dominar profundamente, é impossível ignorar o sofrimento enfrentado por Henry. Marlene ressaltou que, ao longo do processo, foram amplamente divulgados indícios de violência, como hematomas e mudanças de comportamento, sinais que demonstrariam a necessidade de intervenção e proteção.

A pré-candidata também observou que, diante de dificuldades pessoais ou familiares, existem mecanismos de apoio e proteção disponíveis para garantir a segurança das crianças. Para ela, nenhuma criança deve permanecer exposta a situações de violência quando há alternativas capazes de preservar sua integridade física e emocional.

Marlene enfatizou ainda que a maternidade e a paternidade trazem responsabilidades que vão além das circunstâncias individuais, sendo dever dos adultos assegurar cuidado, acolhimento e proteção aos filhos. Ela afirmou que o que mais a entristece é pensar que uma criança tão pequena dependia dos adultos ao seu redor para defendê-la e, no fim, não recebeu a proteção que merecia.

Ao concluir sua manifestação, Marlene Fengler reforçou que o caso desperta um sentimento de profunda tristeza e serve como reflexão sobre a necessidade de fortalecer a rede de proteção à infância, para que nenhuma criança passe por situações semelhantes.

Clique aqui e assista o vídeo