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O deputado estadual Marcos Vieira, candidato à reeleição, voltou a cobrar providências em relação ao andamento das obras da SC-283, no Oeste de Santa Catarina. Segundo o parlamentar, a bancada da região e integrantes do Fórum Parlamentar em Defesa da SC-283 defendem a rescisão do atual contrato e a convocação da empresa que ficou em segundo lugar no processo licitatório.
Vieira afirma que já levou a situação diretamente ao governador Jorginho Mello e ao secretário responsável pela área, destacando a preocupação com a velocidade de execução dos serviços.
“Já falei com o governador, já falei com o secretário, e a nossa bancada do Oeste e o nosso Fórum Parlamentar desejam ver esse contrato rescindido imediatamente e chamar o segundo colocado”, afirmou.
Marcos Vieira é coordenador do Fórum Parlamentar em Defesa da SC-283, grupo formado por dez deputados estaduais. Ao longo da mobilização, o fórum promoveu audiências públicas em diferentes cidades da região, entre elas Seara, Concórdia, Chapecó, Palmitos e Itapiranga.
De acordo com o deputado, as reuniões tiveram como objetivo ampliar a discussão sobre a rodovia e cobrar do Governo do Estado uma solução para os problemas enfrentados ao longo do corredor viário.
Vieira também relembrou que o processo envolvendo os projetos de engenharia do trecho entre Chapecó e Seara começou ainda na administração estadual anterior, com avanços posteriores no atual governo. Entre as etapas citadas está o trecho de Arvoredo a Seara, que passou pelo processo de licenciamento ambiental antes da execução efetiva dos serviços.
O parlamentar, porém, faz críticas à atuação da empresa responsável pelo trecho. Na avaliação de Marcos Vieira, desde o início dos trabalhos a contratada não teria demonstrado estrutura operacional suficiente para executar a obra no ritmo esperado.
Entre os problemas apontados estão demora na mobilização inicial, falta de equipamentos e terceirização de parte dos serviços. Vieira afirma ainda que atrasos nos pagamentos de empresas terceirizadas teriam provocado a saída de prestadores dos canteiros de obras, reduzindo ainda mais o ritmo dos trabalhos.
Para o deputado, diante do histórico registrado no trecho, uma mudança na condução do contrato é necessária para garantir a continuidade e a conclusão da obra.