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O futuro do Balneário São Miguel, em Biguaçu, é o tema central da 11ª edição da Oficina do Jornal Comunitário, publicada em 3 de outubro de 2026. Sob a responsabilidade editorial de João Batista Gonçalves, o jornal reúne propostas para o território e defende que o desenvolvimento seja construído com participação dos moradores, planejamento técnico e acompanhamento das ações públicas.
A publicação destaca que São Miguel já possui demandas registradas, pesquisas, documentos e propostas acumuladas ao longo dos anos. O desafio apresentado é conectar esse conhecimento e transformar as necessidades da comunidade em projetos com responsáveis, orçamento e condições de execução.
Entre as propostas abordadas estão o alargamento da faixa de areia e a construção de um novo trapiche com prolongamento para receber escunas turísticas. Segundo o jornal, a primeira pauta é defendida há anos pelo vereador João Luiz Luz, enquanto o pedido relacionado ao novo trapiche foi apresentado pelo vereador John Kennedy, por meio do Ofício nº 111/2026.
O material diferencia a reforma do trapiche público existente da proposta de uma nova estrutura voltada ao turismo náutico. Também ressalta que as intervenções na faixa de areia dependem de estudos de engenharia, dinâmica costeira, avaliação ambiental, licenciamento e recursos.
Além do potencial turístico, a edição coloca em discussão necessidades de saneamento, iluminação, segurança, acessibilidade e melhorias nos acessos ligados à BR-101. A publicação defende que essas frentes avancem conforme suas características e exigências técnicas, com atenção aos impactos sobre moradores, pescadores e empreendedores.
Acompanhamento das demandas
O jornal também retoma problemas já encaminhados ao poder público. Na iluminação, informa que a situação varia entre os trechos da orla e aponta a Praia das Pitangueiras como o principal ponto ainda pendente. Outras demandas acompanhadas envolvem limpeza e drenagem do Riacho das Pitangueiras e avaliação técnica de uma árvore na Rua Bento Francisco.
A proposta editorial é manter o acompanhamento até a verificação dos resultados. Para isso, o material valoriza o registro das solicitações, a identificação dos responsáveis e a continuidade do trabalho comunitário.
A edição ainda chama atenção para as diferentes realidades de Praia de Baixo, Pitangueiras, Curva da Brisa, São Miguel I e II, Aldeia M’Biguaçu e demais áreas do balneário. A orientação é que o planejamento considere as particularidades de cada local e amplie a escuta da população.
Memória histórica e apoio à impressão
Outro destaque é o marco de 10 de outubro de 2027, quando, conforme a publicação, serão completados 250 anos do início do período em que São Miguel da Terra Firme sediou temporariamente o Governo da Capitania de Santa Catarina. O jornal apresenta a data como uma oportunidade para valorizar a história e estimular a preparação de projetos para o território.
Ao encerrar seu primeiro ciclo de 11 edições, o Jornal Comunitário também busca apoio para ampliar a circulação impressa. A proposta permite que apoiadores viabilizem lotes de exemplares, com pagamento diretamente à gráfica, sem intermediação financeira do editor.
Os interessados podem entrar em contato com João Batista Gonçalves pelo WhatsApp (47) 99909-6035 ou pelo e-mail jbecobig@yahoo.com.br.