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Estado: Comitê Araranguá/Mampituba e COAMA debatem situação do Rio Araranguá e Lagoa do Caverá

Análises, diagnósticos e a realização de uma audiência pública estão no radar para os próximos meses.

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Santa Catarina

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O objetivo é tentar ampliar ainda mais essas análises e, por consequência, promover outros projetos e ações direcionados à qualidade do rio. (Foto: Divulgação)

Com o intuito de debater sobre a necessidade de análise da qualidade da água do Rio Araranguá, bem como a situação de emergência da Lagoa do Caverá, membros do Comitê de Gerenciamento Bacia Hidrográfica do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba reuniram-se com integrantes do Conselho Ambiental de Araranguá (COAMA). A convite do órgão, o encontro ocorreu na sede da FAMA (Fundação Ambiental do Município de Araranguá).

A preocupação com os rejeitos depositados no Rio Araranguá é antiga. Nesse sentido, as autoridades conseguiram unir esforços com o Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (SAMAE) para realizar análises nos sedimentos encontrados na extensão da bacia. A previsão é que sejam realizadas duas coletas semestrais em cinco pontos diferentes.

E a mobilização não para neste ponto, uma vez que, segundo o presidente do COAMA, João Luis Osório Rosado, o objetivo é tentar ampliar ainda mais essas análises e, por consequência, promover outros projetos e ações direcionados à qualidade do rio.

“Vamos em busca de uma parceria com a UNESC, por meio do ProFor Águas, para realizarmos diagnósticos detalhados sobre a situação atual do curso d’água, que recebe efluentes e rejeitos sólidos de seus afluentes e desemboca no mar. É um projeto que envolve o recolhimento de resíduos sólidos em pontos estratégicos ao longo do rio para posterior análise”, explica a presidente do Comitê Araranguá, Eliandra Gomes Marques.

 

Lagoa do Caverá

Outro ponto em diálogo no encontro foi a atual situação de emergência da Lagoa do Caverá, que vem sofrendo com a diminuição de seu espelho d’água e assoreamento, por conta da ação humana. Uma problemática que exige um diagnóstico ambiental e batimetria, além de ampliação do debate com a sociedade e usuários.

Diante deste cenário, o Comitê também tem articulado a realização de uma Audiência Pública com a Comissão de Meio Ambiente da ALESC. “Aproveitamos a oportunidade para articular com a ALESC uma audiência para tratar da lagoa que está situada entre os municípios de Araranguá, Arroio do Silva, Sombrio e Balneário Gaivota”, explica Eliandra.

 

Participação

Também estiveram presentes na reunião, representando o ProFor Águas – atual Entidade Executiva do Comitê –, o coordenador técnico, José Carlos Virtuoso, e a técnica Sabrina Baesso Cadorin; bem como o engenheiro agrônomo da FAMA, Eulinor Pereira da Silva, que é membro do COAMA.

 

Texto: Monique Amboni