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A história, os desafios e a participação dos moradores do Balneário São Miguel, em Biguaçu, são os destaques da edição especial da Oficina do Jornal Comunitário, datada de 17 de outubro de 2026. Com 12 páginas, a publicação revisita sua origem e reúne assuntos relacionados à preservação da memória, mobilidade, qualidade das águas e acompanhamento de demandas públicas.
O jornal nasceu em 27 de julho de 2026, após uma discussão sobre trânsito no grupo de WhatsApp Distrito Guaporanga. O debate foi motivado por um pedido de estudo de viabilidade apresentado pelo vereador John Kennedy. A reportagem inaugural esclareceu que a solicitação de análise técnica não representava uma decisão de implantar mão única na Rua Brigadeiro Eduardo Gomes.
Desde então, a proposta da iniciativa é organizar informações, consultar documentos, ouvir diferentes posições e acompanhar as respostas dos órgãos responsáveis. Apresentado inicialmente como um trabalho da TRÍADE TURISMO, Balneário São Miguel, o projeto utiliza ferramentas de inteligência artificial como apoio à produção editorial, mantendo a responsabilidade humana pela checagem e pelas decisões de publicação.
Entre os destaques da edição está a trajetória do padre Hélio José de Simas, religioso com raízes familiares em São Miguel e atuação na educação e na formação de trabalhadores. O resgate foi possível a partir de documentos preservados pela professora e antiga catequista Diva Siqueira Sobrinha, a Dona Diva. O material recorda, entre outras atividades, a participação do sacerdote no Colégio do Ar, iniciativa que utilizava o rádio para ampliar o acesso aos estudos.
A publicação também aborda a antiga Escolinha 31 de Março, localizada na esquina das ruas Bento Francisco e das Pitangueiras. Conforme os registros apresentados, o imóvel motivou manifestações sobre conservação, segurança e condições sanitárias. A edição aponta que a manutenção, a situação estrutural e a destinação do prédio ainda precisam de esclarecimentos.
Na área ambiental, o jornal propõe ampliar o conhecimento sobre as praias, riachos e possíveis fontes de contaminação de São Miguel. A discussão sobre os critérios da Bandeira Azul é apresentada como um caminho para orientar diagnósticos e melhorias, com atenção ao saneamento, à saúde e à qualidade de vida de moradores e visitantes.
Outro eixo da edição é o acompanhamento de solicitações relacionadas à iluminação pública, drenagem e segurança. Segundo a publicação, a iluminação da Praia Curva da Brisa voltou a funcionar, conforme verificação comunitária. Já a situação da Praia das Pitangueiras permanece em acompanhamento, assim como as questões de assoreamento e drenagem do riacho da região.
O jornal também registra um pedido de avaliação técnica de uma árvore na Rua Bento Francisco e questionamentos sobre o funcionamento do Conselho Municipal de Turismo. O princípio defendido é que protocolos e respostas administrativas precisam ser acompanhados de providências e resultados verificados no território.
Ao revisitar sua primeira edição, a Oficina reafirma o convite à participação dos moradores, que podem contribuir com fotografias, documentos, relatos, críticas e sugestões. O contato divulgado pela publicação é o WhatsApp (47) 99909-6035.