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O pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema, tem reforçado sua narrativa política ao relembrar o início de sua trajetória, marcada por uma postura crítica à política tradicional. Segundo ele, a decisão de ingressar na vida pública ocorreu em meio à crise enfrentada por Minas Gerais em 2018, quando o estado vivia uma situação de calamidade financeira.
Zema destaca que sua eleição, considerada improvável à época, representou uma ruptura com o modelo político tradicional. Ao assumir o governo mineiro, afirma ter encontrado um cenário de privilégios e práticas que, segundo ele, foram combatidas durante sua gestão. Entre as medidas citadas, estão a redução de gastos, mudanças administrativas e uma postura mais simples no exercício do cargo, como a decisão de não residir na sede oficial do governo.
Durante seu mandato, o ex-governador também enfatiza ações voltadas à reorganização das contas públicas e ao crescimento econômico do estado. Ele ressalta que a reeleição em primeiro turno, em 2022, foi um indicativo de aprovação popular às políticas adotadas.
Agora, no cenário nacional, Romeu Zema projeta ampliar essas práticas para o Brasil, defendendo um modelo de gestão baseado na eficiência, no combate a privilégios e na ideia de que o poder público deve servir à população.