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O Ministério Público de Santa Catarina ingressou com uma ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra a servidora pública Salete Cardoso, acusando-a de ter recebido salários indevidamente ao longo de 154 dias de ausência não justificada do trabalho em Biguaçu.
De acordo com o MP, Salete se beneficiou financeiramente sem cumprir sua jornada de trabalho, o que caracteriza enriquecimento ilícito. A promotoria pede que ela devolva aos cofres públicos todos os valores recebidos no período em que esteve afastada, sem apresentar qualquer justificativa formal ou respaldo legal para a ausência.
A ação judicial ainda prevê a possibilidade de aplicação de sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa (Lei 8.429/1992), como multa civil, suspensão dos direitos políticos e proibição de contratar com o poder público.
O processo tramita na Justiça e ainda não há decisão. O valor total do prejuízo causado ao erário deverá ser apurado durante o andamento da ação.