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Palhoça: Prefeitura apresenta maricultura a comitiva de Moçambique

Comitiva internacional pretende aplicar logística de Palhoça na África.

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Palhoça

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A troca de experiência entre Brasil e Moçambique servirá para embasar a produção marisqueira na África. (Foto: Divulgação)

A Prefeitura de Palhoça recebeu, na terça-feira (30), visitantes da administração da República Presidencialista de Moçambique. A comitiva contou com a presença do superintendente Federal da Pesca de Santa Catarina,  Delcy Norberto Batista, além de representantes da administração moçambicana e de um representante do Banco de um Fundo de Desenvolvimento da Economia Azul, que baseia investimentos em práticas sustentáveis. “Palhoça é exemplo para o mundo quando o assunto é maricultura. Por isso, estamos servindo de modelo para Moçambique. Eles vieram a mando do Governo Federal do Brasil, que indicou Palhoça como local ideal para eles aprenderem a maricultura. Faremos tudo o que for possível para repassar nossos aprendizados a eles”, explicou o secretário de Maricultura e Pesca de Palhoça, Flávio Martins.

 

Palhoça é responsável por 65% de toda a produção nacional, o que a coloca como a cidade que mais produz mariscos no Brasil. A produção de mariscos na região de Palhoça é responsável pela manutenção de, pelo menos, 600 empregos diretos e a relação dos maricultores com a burocracia necessária para exploração das áreas aquícolas é exemplo. Palhoça foi a primeira cidade do país a legalizar todas as áreas de cultivo, com as licenças ambientais necessárias para criação de marisco, ostras e algas. “Fizemos um esforço grande para possibilitar as garantias das cessões de áreas de uso da União. A função necessária para garantir o dever dos maricultores com a legalização é refletida no direito que eles têm sobre as produções e na tranquilidade em entregar um produto de qualidade ao consumo”, enfatizou o prefeito de Palhoça, Eduardo Freccia.

 

O país africano, que utiliza o mesmo idioma do Brasil, fica a mais de oito mil quilômetros de distância e possui dois mil quilômetros e meio de praias, um potencial para o cultivo de mariscos.  “Graças a muito trabalho, Palhoça tem a maior produção nacional nessa área. Por isso, o Ministério da Pesca foi que indicou a cidade de Palhoça para ser visitada por esta comitiva. Vamos repassar tudo o que temos de conhecimento para dar possibilidade de outras pessoas produzirem e mais pessoas consumirem essas iguarias”, afirmou o secretário de Pesca e Maricultura de Palhoça, Flávio Martins.

 

A troca de experiência entre Brasil e Moçambique servirá para embasar a produção marisqueira na África, onde fica Moçambique. “Esperamos ter transmitido o orgulho de trabalhar com o mar e continuaremos fornecendo conhecimento científico e aquele acumulado por gerações de maricultores palhocenses para fomentar o cultivo dessa iguaria”, explicou Flávio Martins.