Mostrar mais resultados...

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Mostrar mais resultados...

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Sem regulamentação, famílias do ensino domiciliar cobram avanço de projeto no Senado

O ex-deputado estadual Bruno Souza esteve em Brasília nesta semana, a convite e com articulação do deputado federal catarinense Daniel Freitas (PL)

Política

Brasil

Logo Jornais em Foco

Jornais em Foco

Foto: Bruno Souza entre Daniel Freitas e Jorge Seif

O ex-deputado estadual Bruno Souza esteve em Brasília nesta semana, a convite e com articulação do deputado federal catarinense Daniel Freitas (PL), para tratar da retomada do projeto que regulamenta a educação domiciliar no Brasil. A proposta em discussão é o PL 1338, atualmente parado na Comissão de Educação do Senado.

Durante a agenda, Bruno foi recebido pelo senador Jorge Seif (PL), que, segundo ele, se comprometeu a atuar para que o projeto volte a tramitar. “Hoje o projeto não está nem em tramitação, está engavetado. Precisamos mudar esse cenário”, afirmou, Bruno.

A educação domiciliar — também conhecida como homeschooling — é um modelo em que a responsabilidade pelo ensino formal é assumida pela própria família, fora do ambiente escolar tradicional. Os pais organizam a rotina de estudos, definem conteúdos e métodos, podendo inclusive contar com apoio de tutores e plataformas educacionais. No Brasil, o Supremo Tribunal Federal já decidiu que a prática não é inconstitucional, mas depende de regulamentação específica para ser aplicada.

De acordo com o ex-parlamentar, somente em Santa Catarina cerca de 5 mil famílias praticam a educação domiciliar, número que pode ser ainda maior. “Muitas famílias se escondem por medo de perseguição, já que não existe uma regulamentação clara. Isso mostra que algo está errado e reforça a necessidade urgente de um projeto que dê segurança jurídica a essas pessoas”, defende.

A pauta volta ao debate em meio à pressão de grupos que pedem regras claras para garantir segurança jurídica às famílias e critérios de acompanhamento educacional pelo poder público.