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Família contesta versão da PM após jovem ser morto em suposto confronto no bairro Cajuru, em Curitiba

Segundo parentes, o rapaz foi “brutalmente assassinado” e não reagiu à abordagem policial. Eles questionam a versão da PM e destacam que o carro onde ele estava tinha vidros escuros e levantados, o que impediria a visualização do interior.

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Foto: Família contesta versão da PM e questiona suposto confronto; carro tinha vidros escuros e levantados. (Foto Divulgação)

Um jovem foi morto pela Polícia Militar no último sábado (4) no bairro Cajuru, em Curitiba, durante o que a corporação classificou como um confronto após o furto de um veículo. Segundo a versão oficial, o suspeito teria reagido à abordagem policial e apontado uma arma para os agentes, que reagiram atirando.

No entanto, a família do rapaz contesta o relato da PM e afirma que ele foi “brutalmente assassinado”. Parentes alegam que o vídeo do momento da ação não mostra qualquer reação do jovem e que o carro onde ele estava possuía vidros escuros e levantados, impossibilitando que os policiais enxergassem o interior do veículo.

“Como é que a polícia pode dizer que ele levantou uma arma se nem dava pra ver quem estava dentro do carro?”, questiona um familiar. As imagens mostram o vidro lateral ainda levantado, com perfurações de bala e película escura, reforçando a dúvida sobre a alegada troca de tiros.

Os parentes também denunciam que só foram informados da morte dois dias depois, na segunda-feira (6), e reclamam da falta de provas de que o jovem tenha realmente roubado o carro. “Mesmo que tivesse cometido um crime, ele deveria ter sido preso, levado à Justiça, não morto daquela forma”, disse um familiar.

A família afirma ainda que a filha do rapaz, de oito anos, precisará de acompanhamento psicológico devido à perda do pai e cobra uma investigação rigorosa sobre a conduta dos policiais envolvidos.

A Polícia Militar sustenta que houve confronto, mas o caso está sendo apurado.

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