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“Banho de sangue”: fala durante greve em Florianópolis gera tensão e BO contra manifestantes

Declarações feitas durante ato de servidores municipais provocaram reação da Prefeitura, que registrou boletim de ocorrência para resguardar secretários da Educação após ameaças em meio à paralisação na Capital.

Polícia

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Foto: Manifestante ameaça prefeitura de Florianópolis com "banho de sangue"

A greve dos servidores municipais de Florianópolis ganhou novos capítulos de tensão nesta semana após declarações consideradas ameaçadoras contra integrantes da Secretaria de Educação da Capital. Durante uma manifestação realizada por trabalhadores em greve, um dos participantes afirmou que a situação poderia resultar em um “banho de sangue”, gerando forte repercussão política e institucional.

Segundo a Prefeitura de Florianópolis, as falas foram direcionadas ao secretário municipal de Educação, Thiago Mello Peixoto da Silveira, e ao secretário adjunto Eduardo Savaris Gutierres. Diante da gravidade do episódio, a administração municipal informou que registrou boletim de ocorrência para garantir a segurança física e funcional dos agentes públicos envolvidos.

A paralisação dos servidores já ultrapassa duas semanas e vem afetando setores importantes da administração municipal, principalmente a Educação. O movimento ganhou ainda mais força após a demissão de servidores contratados em caráter temporário, medida adotada pela prefeitura com base em regras previstas nos editais de contratação.

Os trabalhadores reivindicam reajustes salariais, valorização profissional, convocação de aprovados em concursos públicos e mudanças em portarias relacionadas à Educação. Já a prefeitura afirma que respeita o direito de greve, mas reforça que não aceitará ameaças ou atos de violência durante as manifestações.

A greve também foi considerada ilegal pela Justiça, decisão utilizada pelo município para justificar descontos salariais e desligamentos de servidores ausentes durante o período de paralisação. O sindicato da categoria contesta as medidas e afirma que busca soluções judiciais para reverter as demissões.

Clique aqui e veja o vídeo publicado nas redes sociais do deputado estadual Sérgio Guimarães