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O vereador Diego Mainha, de Governador Celso Ramos, fez uma denúncia grave de possível crime ambiental. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele afirmou que está sendo construído um condomínio multifamiliar, com várias quitinetes, às margens do Rio Jordão, sem sistema de tratamento de esgoto, o que representa uma ameaça direta ao meio ambiente e ao saneamento básico da região.
Segundo o vereador, a fiscalização municipal embargou a obra na última terça-feira, mas, ainda assim, os trabalhos seguiram normalmente nos dias seguintes. Mainha disse que o empreendimento seria de propriedade do pai de um secretário municipal, o que levantou suspeitas de favorecimento político.
Apesar da gravidade da denúncia, o parlamentar não revelou o nome do secretário citado, o que gera questionamentos sobre a transparência e a responsabilidade na condução do caso. Como homem público e fiscal do povo, é obrigação do vereador nomear os envolvidos e formalizar as denúncias nos órgãos competentes.
O portal Jornais em Foco também questiona: as denúncias já foram encaminhadas oficialmente à Fundação do Meio Ambiente de Governador Celso Ramos? O caso foi registrado por meio de ofício ou boletim de ocorrência ambiental? Vai ficar apenas no vídeo ou já estão sendo tomadas providências concretas?
O vereador, como agente eleito e remunerado com recursos públicos, tem o dever não apenas de expor situações irregulares, mas também de agir institucionalmente, buscando a responsabilização e a correção dos fatos denunciados.
O possível crime ambiental denunciado é um assunto sério, que exige investigação imediata, transparência total e atuação firme dos órgãos fiscalizadores.